Prólogo
A vida de Daniele começou aos 17 anos.
- Não! Cristovão, não faça isso!
- Feche os olhos. Ele disse.
Ela então caiu de joelhos. – Por favor!
- Eu sinto muito! Essas foram as últimas palavras de Cristovão.
Capítulo I:
De joelhos e com as mãos no rosto, sem ver ela sentiu o jato quente de sangue esguichar no seu rosto e ouviu o corpo do melhor amigo cair no chão, pesado como chumbo.
O grito de terror foi misto de agonia e certeza, ela sentiu suas cordas vocais rasgarem como pano; sabia o que veria e por mais que quisesse, não poderia ficar com os olhos fechados pra sempre. Ao abrir os olhos viu Cristovão prostrado ao chão com seu colete amarelo e calça azul, o talho no pescoço ainda sangrava e o corpo parecia amolecer.
A vida de Daniele começa a partir do momento da qual ela nunca mais poderá ser a mesma, nada mais poderá ser concertado na máquina do seu corpo. Essa é a história que sempre quis contar, a história de como Daniele entrou na minha cabeça carregando sua alma doente. Mas vamos começar do inicio e não de quando ela nasceu pra escuridão, vamos para o dia em que nasceu a menina que teria nome de flor.
>>> é chegada a hora de me dedicar ao eu livro, "Teria Nome de Flor". Os deixo com o primeiro capítulo. Esboço cru do meu maior filho.
- Não! Cristovão, não faça isso!
- Feche os olhos. Ele disse.
Ela então caiu de joelhos. – Por favor!
- Eu sinto muito! Essas foram as últimas palavras de Cristovão.
Capítulo I:
De joelhos e com as mãos no rosto, sem ver ela sentiu o jato quente de sangue esguichar no seu rosto e ouviu o corpo do melhor amigo cair no chão, pesado como chumbo.
O grito de terror foi misto de agonia e certeza, ela sentiu suas cordas vocais rasgarem como pano; sabia o que veria e por mais que quisesse, não poderia ficar com os olhos fechados pra sempre. Ao abrir os olhos viu Cristovão prostrado ao chão com seu colete amarelo e calça azul, o talho no pescoço ainda sangrava e o corpo parecia amolecer.
A vida de Daniele começa a partir do momento da qual ela nunca mais poderá ser a mesma, nada mais poderá ser concertado na máquina do seu corpo. Essa é a história que sempre quis contar, a história de como Daniele entrou na minha cabeça carregando sua alma doente. Mas vamos começar do inicio e não de quando ela nasceu pra escuridão, vamos para o dia em que nasceu a menina que teria nome de flor.
>>> é chegada a hora de me dedicar ao eu livro, "Teria Nome de Flor". Os deixo com o primeiro capítulo. Esboço cru do meu maior filho.

